15/01/2013

Que Traga Paz²

E este foi o momento em que percebi. 
Percebi que eu não pertencia a ninguém, a nenhum lugar, e a nada. Era como um dente de leão que o vento leva, que se arrasta, que viaja e passa por lugares maravilhosos e com sua presença se completam, mas também em alguns pontos sua beleza é tragada e levada por alguns lugares e algumas pessoas. Eu me senti livre, liberta, sem peso, sem passado, sem futuro premeditado. Só existia o presente e memorias. O que acontecer agora depende de mim. Serão acertos ou erros? Que eu tenha fé, e ande pelo caminho certo.
Que seja doce, que seja doce, que seja doce. E que traga paz.

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